Bom,
um pouco diferente da maioria dos depoimentos, meu hábito por leitura começou
um pouco tarde, no Ensino Médio, não por falta de estímulo, mas por falta
de algo que me apaixonasse mesmo.
Lembro-me que na infância tive vários livros
de contos de fadas, cheios de imagens e animações, mais tarde, li também os
famosos da coleção Vagalume (o preferido era o Caso da borboleta Atíria). Aí, teve
um que não me esqueço, pois li já na pré-adolescência e me identifiquei muito Quem
Manda Em Mim Sou Eu - Fanny Abramovich.
E,
então, foi no início do EM que li O Guarani e me apaixonei! Minha professora de Português tinha me feito
uma excelente propaganda e me disse que se eu lesse iria ver uma linda história
de amor. Dito e feito... desse para os demais foi um pulo, aliás foi por conta
dessa professora que fiz Letras e me tornei sua "discípula", como
costumamos brincar.
Ah!,
teve também A moreninha que tinha um personagem chamado Fabrício que é o
nome do meu noivo e que na época era só o início de uma grande paixão. É isso,
muito bom relembrar!
Prof.ª Lívia Velo
Humm... Lembrar do amor... Relembrar também é viver, apesar de toda essa cultura em nome do viver "o presente"!
ResponderExcluirParabéns pelo blog!
Obrigada, Cynthia, realmente relembrar é continuar vivendo, pelo menos é o que sinto todas às vezes que me lembro da adolescência.
ResponderExcluirA cultura do viver o "presente", também me incomoda um pouco, por isso me sinto na obrigação de voltar ao passado e ensinar nossos alunos a fantasiar um pouco, também!!!